terça-feira, 19 de abril de 2011





Trabalho Plágio, Netiqueta e Segurança na internet, realizado, para o curso de Licenciatura em Educação do Campo.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Educação na cibercultura: a formação do professor-autor

Segue aí o link para o texto coletivo: "Educação na cibercultura: a formação do professor-autor"
Trabalho em grupo, realizado para o curso de Licenciatura em educação do Campo


Dêem uma olhadinha aí galera !


terça-feira, 5 de abril de 2011

Santo Antônio da Patrulha – Emoção e movimento na terra
dos canaviais


Santo Antônio da Patrulha (1725), juntamente com Porto Alegre (1732), Rio Grande (1736), e Rio
Pardo (1750), foi um dos quatro primeiros municípios do nosso estado, tempos depois dando
origem a vários municípios do Rio Grande do Sul.


Tem sua colonização iniciada em meados de 1760, predominantemente Açoriana, composta também
por imigrantes alemães, italianos e poloneses.
Fazendo divisa com 9 municípios.
Possui além da sede da cidade, mais 5 distritos, que juntos compõem o nosso município, sendo eles:
• Miraguaia
• Catanduva Grande
• Pinheirinhos
• Evaristo
• Chicolomã
A história de Santo Antônio da Patrulha, envolve, intrigas, mistérios, amores, e conflitos.
Aqui em meados dos anos, dos anos de 1700 viveu-se uma grande paixão, entre o soldado Ignácio
José de Mendonça, na época com 50 anos, e Margarida Exaltação da Cruz, na época com apenas 15
anos, considerados fundadores de nossa cidade.
Devido a diferença de idade e a conflitos da época, o pai da jovem, Manoel de barros Pereira, foi
contra a união do casal, para consolidar o casamento ambos pediram a benção a um padre de uma
região próxima, mesmo contra a vontade de Manoel.
Em oferta ao pedido realizado o casal construiu, no alto de suas terras, onde hoje é a pira na AV.
Borges de Medeiros, (local onde ocorre as festividades da semana da Pátria no município) uma
capela em homenagem ao seu santo de devoção, Santo Antônio, ali hoje estão sepultados os corpos
do casal.
Desde então Santo Antônio teve vários nomes, dentre eles, Registros da Serra, Guardas de
Viamão,Santo Antônio da Guarda Velha, e em virtude das patrulhas instaladas naquelas terras para
cobrar o ouro da coroa aos tropeiros que ali passavam, afim de levar os gados para outras regiões do
país, uma das principais formas de economia da época.


Santo Antônio possui grande maioria de seu território constituído de área rural, onde haviam (e
ainda há) plantações de arroz, cana, milho, entre outros. Além de canaviais responsáveis pelo
cultivo da cana de açúcar, que dá origem a guarapa, a cachaça e a rapadura, entre outros produtos
coloniais, típicos de nossa terra.
Por este motivo, Santo Antônio da Patrulha é considerada a terra da Cachaça, da Rapadura, do
sonho e do Arroz, tanto que em meados de Agosto é realizada nessa cidade a cada ano a Moenda da
Canção Nativa, e a FENACAN.

Há algumas lendas que transmitem a gerações a história de nossa cidade, dentre elas, a Lenda da
Noiva da Lagoa dos Barros, e a Lenda dos Sete Fuzilados.
A noiva da Lagoa dos Barros
 “Na década de 1930, uma moça, chamada Maria Luiza, foi encontrada morta às margens da
Lagoa dos Barros, localizada na divisa dos municípios de Santo Antônio da Patrulha e Osório. Pelo
que contam, o noivo cometeu o crime quando retornavam da festa de casamento. Ela foi enforcada
com o próprio véu. Outra versão diz que o assassino foi o motorista da família, pois este tinha uma
paixão não correspondida por Maria Luiza. A morte nunca foi esclarecida. Fala-se que a alma da
noiva fica vagando pela Lagoa e que, em algumas noites, ela aparece na beira da estrada pedindo
carona, porém ao ajudar ela desaparece repentinamente, como se nunca tivesse existido.”

(Vista da Lagoa dos Barros)
Os sete fuzilados

“Em 1893, houve uma revolução entre dois partidos: federalistas e republicanos. Os
patrulhenses foram convidados a defender o partido republicano, mas estes foram vencidos pelos
federalistas, ficando assim sobe o comando de um chefe muito cruel apelidado de “Xaxá”. Nesta
ocasião, vieram do interior em socorro dos republicanos sete jovens. Ao chegarem perto do local
dos combates, ouviram falar nas crueldades do “Xaxá” e fugiram muito assustados, porém, ao
virarem as costas, o malvado chefe mandou acorrentar os moços e castigá-los até correr sangue.
Depois disso, ele mandou levá-los pela atual Rua Maurício Cardoso que vai até o lugar onde
fica o cemitério. Lá chegando, os sete jovens tiveram que abrir uma grande cova e foram
enfileirados para serem fuzilados. Assim foram derrubados um por um ainda vivos dentro da
sepultura. Após cair o último, “Xaxá” mandou que os soldados fechassem a cova.”

(monumento em homenagem aos sete fuzilados)


Trechos retirados do site da Pousada de todos os Santos.


Vídeo com imagens da nossa cidade